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Arton é um mundo medieval fantástico povoado de humanos, elfos, anões, goblins e muitas outras raças; repleto de magia, monstros, guerras, heróis e vilões[1]. Apesar de seus elementos fantásticos, é um lugar bastante parecido com a Terra. O céu é azul, o sol é quente e dourado, existem oceanos, montanhas e todos os tipos de formações que conhecemos em nosso mundo. Todos os animais que existem na Terra também existem em Arton.[1]

Arton é um mundo de vários deuses. Os vinte mais poderosos, conhecidos como deuses maiores, formam o Panteão, e regem o universo e os mortais. Embora vivam sempre em tramas, conflitos e estratagemas constantes, os deuses do Panteão não costumam lutar abertamente entre si - com seu poder descomunal, uma tal luta poderia resultar na destruição do mundo. Também existem incontáveis deuses menores[1].

A pior ameaça que existe em Arton é a temida Tormenta: uma tempestade de nuvens rubras e chuva de sangue ácido, que destrói os lugares por onde passa e traz criaturas insetóides que só podem ser chamadas de demônios. A Tormenta ataca de modo aparentemente aleatório, e nunca abandona um lugar, uma vez que se instale. Os pouquíssimos sobreviventes de um ataque da Tormenta acabam invariavelmente loucos, pois algo na tempestade rubra corrói a mente. Ninguém conhece a origem desse bizarro fenômeno[1].

Apesar de ser a mais perigosa, a Tormenta não é a única ameaça do mundo: no continente de Lamnor, um descomunal exército de goblinóides marcha sob a bandeira da Aliança Negra; dragões-reis têm reinos inteiros como covis; antigos deuses malignos tentam retornar do esquecimento; seitas obscuras sacrificam vítimas inocentes. Arton é um mundo de problemas[1].

Naturalmente, heróis são necessários para proteger Arton de tantos perigos - e eles existem, em todos os tamanhos e formas. Arton é um mundo de heróis e aventureiros. Eles estão em toda parte, nos reinos, cidades e aldeias. Para cada dez ou doze pessoas normais, existe pelo menos um ser com habilidades especiais de combate ou poderes místicos. O heroísmo é trabalho comum em Arton - seja para façanhas menores, como espantar os lobos que espreitam uma aldeia, até batalhar contra vilões supremos. Existem heróis menores, locais, que protegem suas próprias aldeias, vilarejos e tribos bárbaras; e há também os grandes campeões, lendas vivas que combatem pelo destino do mundo. Diferente de outros mundos fantásticos, estes heróis contam mais com suas habilidades e menos com itens mágicos[2].

HistóriaEditar

Arton surgiu há cerca de 7 bilhões de anos, da união do Nada e do Vazio, que em seguida deram origem às vinte divindades maiores do Panteão para povoá-lo[3]. Desde os primórdios dos tempos, graças à colossal luta entre os deuses Azgher (o sol) e Tenebra (a noite), Arton recebe doze horas diárias de sol e doze horas diárias de escuridão. A vida surgiu em Arton há cerca de 1 bilhão de anos, quando Lena, a Deusa da Vida, derramou uma lágrima sobre os oceanos, e esta foi moldada pelo Grande Oceano nas mais variadas formas. Inicialmente eram invertebrados marinhos, que depois evoluíram para peixes e mais tarde anfíbios[4][5].

Há cerca de 700 milhões de anos, Allihanna, a Deusa da Natureza, moldou os seres vivos que se arrastaram para a terra seca, os primeiros répteis. Muitos desses répteis seguiram crescendo e se tornaram os dinossauros de Megalokk, mas um grupo especial deles conservou o tamanho menor e características mais avançadas - estes eram os sinapsídeos, que mais tarde deram origem aos mamíferos. Durante muito tempo, porém, a maioria das formas de vida teve sua proliferação sufocada, uma vez que Arton foi dominada pelos monstros, dragões e dinossauros de Megalokk. Isso durou até cerca de 65 milhões de anos atrás, quando os demais deuses se uniram contra Megalokk, fulminando grande parte de seus monstros[4][5].

A partir de então, os deuses começaram a povoar o mundo com suas próprias espécies, que foram então o povoando. Glórienn deu origem aos elfos, Wynna criou o povo-fada, Tenebra e Khalmyr criaram os anões, Ragnar criou os goblinóides, Hyninn criou os halflings, Allihanna criou os centauros e Tauron fez os minotauros[5].

GeografiaEditar

Arton é chamado de "mundo" porque é todo o mundo que seus habitantes conhecem - na verdade, Arton (ou Ramnor, ou ainda Arton-norte) é um grande continente, sede da maior civilização de que se tem notícia, o Reinado. O Reinado é uma confederação de reinos independentes, cada um com seu próprio regente e suas próprias leis. O Reino-Capital, Deheon, lidera e comanda os demais, embora sempre haja tensões e disputas[1]. Um total de 136 milhões de seres humanos habita o Reinado e suas vizinhanças. Além do oceano talvez existam outros reinos, esperando para ser descobertos - ou talvez o próprio mundo de Arton esteja situado em mundos cujos demais habitantes nem suspeitam de sua existência[2].

Arton mede pelo menos 11.000 km de norte a sul, e 8.000 de oeste a leste. Tem uma forma aproximadamente ovalada, com extremidades nas direções sudoeste e nordeste. O terreno litorâneo é baixo e pouco navegável, com planícies ocupadas por pântanos - a navegação oceânica é pouco praticada. A região central é desértica ao norte e com savanas mais abaixo. A leste temos as Montanhas Sanguinárias, a maior cordilheira de Arton, conhecida por abrigar numerosas espécies de monstros e tribos bárbaras. A oeste, fica a cordilheira de Lannestull e grandes extensões de florestas[2].

Ao sul de Arton há uma gigantesca massa de terra, um segundo continente. Há milhares de anos o movimento das placas tectônicas está afastando esse pedaço da massa principal e deixando um rastro de ilhas pelo caminho, mas ainda existe uma estreita ponte de terra ligando os dois continentes - o Istmo de Hangpharstyth. Os geógrafos chamam essa ilha-continente de Arton-sul, mas ela tem um nome mais antigo e sinistro: Lamnor, o Reino Bestial, um lugar hoje habitado apenas por criaturas grotescas[2].

Lamnor foi o lar do antigo reino dos elfos, Lenórienn. Há alguns anos, os elfos foram derrotados no ancestral conflito com os monstruosos hobgoblins, e seu reino foi conquistado. A derrota dos orgulhosos elfos veio pelas mãos do general Thwor Ironfist, um bugbear que uniu as raças goblinóides e formou a terrível Aliança Negra. Hoje em dia, a Aliança Negra planeja invadir o continente de Arton. O reino de Tyrondir, na fronteira com Lamnor, seria certamente seu primeiro alvo[1].

Entre Ramnor e Lamnor fica a maioria das ilhas próximas, mas existem duas importantes exceções. A primeira é Galrasia, próxima à costa sudoeste do continente, habitada por dinossauros, insetos gigantes e horrores além da imaginação. A segunda é Tamu-ra, próxima ao extremo nordeste. Outrora lar de uma exótica civilização, foi recentemente devastada e hoje abriga apenas os demônios da Tormenta. [2]

PovosEditar

Os seres humanos são a raça inteligente mais numerosa, e se dividem em diversas etnias. Assim, sob muitos aspectos, esse mundo lembra o nosso, durante a Idade Média - mas, em Arton, existem muitas e muitas outras raças a povoar o mundo, e as lendas de nosso mundo existem de verdade![1]

Entre as espécies que habitam o mundo estão os elfos. Os elfos de Arton não têm reinos ou impérios; a única civilização élfica conhecida, Lenórienn, situava-se em Arton-sul, mas foi recentemente destruída e nos dias de hoje os elfos vivem sem pátria, percorrendo o mundo feito nômades ou estabelecendo-se em pequenos povoados. Enquanto isso, seus primos distantes - os elfos-do-mar - se conservam isolados em seu paraíso oceânico[2].

Também há anões em Arton, a terceira raça mais populosa do mundo. Eles possuem sua pátria, um reino subterrâneo secreto, cuja localização é o segredo mais precioso dos anões e que nenhum deles ousaria revelar, mesmo sob efeito da magia mais poderosa. A terceira raça não-humana mais comum em Arton são os goblins, mesquinhos, covardes e egoístas, mas nem sempre de todo maus. Também habitam Arton-sul, junto com hobgoblins, bugbears, orcs, ogros e outros humanóides monstruosos, onde formam a temida Aliança Negra. E há muitas, muitas outras raças espalhadas pelo mundo[2].

Continentes e Regiões ConhecidasEditar

Notas e ReferênciasEditar

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