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Este artigo é sobre a suposta deusa maior. Para outros significados de "Divina Serpente", veja Divina Serpente (desambiguação).
Divina Serpente
Divina Serpente 2
Divina Serpente

Outros Nomes

Li-chak (entre os trogloditas), Moréia de Fogo (entre os elfos-do-mar)[1]

Status

Viva [1]

Ocupação

Divindade Maior (supostamente) [1]

Portfólios

Coragem, Força, Determinação, Proteção dos Fracos, Povos Sauróides[1]

Sumo-Sacerdote

Kalura[1]

Primeira Aparição

Dragão Brasil 52

Última Aparição

Suplemento de Magias

Classe e Nível

desconhecidos

Tendência

desconhecida

A Divina Serpente foi supostamente a Deusa da Força, da Coragem, da Determinação, da Proteção dos Fracos e dos Povos Sauróides, uma das vinte divindades maiores do Panteão a estar presente na criação do mundo de Arton[1]. Atualmente, porém, ela é desconsiderada no Panteão em favor de Tauron, o deus da força e da coragem dos minotauros, sendo muitas vezes tratada como uma simples criatura extraplanar.

Adorada principalmente pelas dragoas-caçadoras de Galrasia e outras raças, a Divina Serpente é uma deusa com propósitos que não podem ser claramente vistos como malignos ou benignos. Ela representa dois conceitos que parecem opostos: a dominação dos fortes sobre os fracos, e também a proteção dos fracos pelos fortes. Ela é temida pelos dóceis e puros, mas venerada e amada pelos fortes e corajosos. Seu culto é raro em Arton, visto como profano na maioria das regiões. A própria deusa é considerada um demônio, e seus seguidores não negam isso[1].

São muito raros os cultos humanos ou semi-humanos à Serpente. Ela é mais venerada por povos bestiais que seguem a lei do mais forte, como orcs e goblinóides. Infelizmente, a maioria dos devotos da Serpente obedece apenas sua primeira lei (dominar os fracos), e não entende ou ignora a segunda (proteger os fracos): apenas as dragoas-caçadoras, tipo de mulheres-lagarto de Galrasia, seguem com fidelidade total os ideais da Serpente[1].

A Serpente comanda que seus guerreiros devem ser supremos entre as feras: caçar todos e nunca ser caça de ninguém. Ela também diz que os fracos não devem ser apenas dominados pelos fortes, mas protegidos. Os seres mansos e dóceis do mundo, frágeis diante da luta pela sobrevivência, têm o direito sagrado de receber proteção. Contudo, a Serpente também exige que o fraco pague tributo ao forte - seja na forma de respeito, oferendas ou até mesmo escravidão. O símbolo da Serpente é a imagem de uma cobra ou um coração em chamas[1].

A Divina Serpente nunca se manifesta em Arton. Ela vive em uma gigantesca caverna-mundo, eternamente em chamas, que pode ser visitada através de um ritual conhecido apenas pelas dragoas-caçadoras. Elas afirmam que essa caverna existe em seus corações, sendo esta a fonte de sua coragem e ousadia; caçadoras não se curvam para deuses distantes que vivem nos céus - elas trazem sua deusa dentro de si[1].

Relações com o PanteãoEditar

A Divina Serpente era a mais agressiva entre as divindades femininas do Panteão - todos os outros deuses evitavam qualquer contato com ela. Ocasionalmente, contudo, ela recebia em sua caverna a visita de Tenebra; alguns estudiosos suspeitavam da existência de uma ligação secreta entre as duas, algum tipo de pacto secreto, embora ninguém soubesse qual é[1].

A Serpente costumava desafiar os deuses fortes, como Khalmyr, Nimb, Ragnar, Grande Oceano (que ela considera um velho preguiçoso)… e amparar os fracos, como Lena, Marah e especialmente a pequena e fragilizada Glórienn - que relutava em aceitar sua proteção por temer a escravização de seus elfos ante os antropossauros da Serpente. Khalmyr e Nimb, tidos como líderes do Panteão, foram repetidas vezes desafiados pela Serpente - mas ela nunca conseguiu vencer nenhum deles. Era aliada ocasional de Keenn, o deus da guerra[1].

Ver TambémEditar

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar