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Goblin
Goblin
Goblins

Divindade Patrona

Ragnar, Graolak [1]

Tempo de Vida

50 anos[1]

Idiomas

Goblin[2]

Altura

Cerca de 1m a 1,20m[3][1]

Peso

desconhecido

Primeira Aparição

Dragão Brasil 49

Goblin

Categoria

desconhecida

Habitat

Lamnor, Reinado e outros lugares[1]

Tendência

Leal e Maligno (em Lamnor) ou Leal e Neutro (no Reinado) [1]

Primeira Aparição

Dragão Brasil 49

Última Aparição

Manual de Criação de Monstros

Os goblins são uma espécie baixa, feia e repelente, a terceira raça não-humana mais comum do mundo de Arton [1]. Vivem no subsolo e enxergam no escuro, como os anões (que eles odeiam) e elfos. Ao contrário de outros goblinóides com os quais são aparentados, goblins podem ser encontrados não apenas em Lamnor, mas em praticamente qualquer ponto de Arton[3].

Em regiões selvagens, são pequenos monstros, vivendo de emboscadas e ataques covardes. Grandes grupos de goblins costumam estar sob o comando de um líder ou mesmo um rei, que cavalga um grande lobo[3]. Assim como os outros goblinóides, foram criados por Ragnar[4] e, no continente de Lamnor, são os mais baixos dentre os soldados da Aliança Negra[5], assim como espiões e batedores. Nesta terra devastada, os goblins são dez vezes mais selvagens e bestiais que em outros lugares, chegando até mesmo a comer carne humana[1].

Contudo, no Reinado os goblins são legítimos cidadãos — aceitos, mas vítimas de grande preconceito. Costumam ser taxados de incompetentes, trapalhões, burros e trapaceiros[6]. Os goblins civilizados de Arton superam (ou suprimem) suas tendências maldosas, mesmo que continuem mesquinhos, covardes e egoístas, e vivem de trabalhos que mais ninguém aceita fazer. Fazem todo tipo de serviço por baixo preço, mas sem grande eficiência. Alimentam-se de restos, moram em favelas (como a Favela dos Goblins de Valkaria) e ainda assim amam e protegem a civilização[5].

Aparência, Hábitos e PersonalidadeEditar

Os goblins são humanóides baixos, menores e mais fracos que os humanos, medindo não mais de 1,20m de altura. Têm a cara achatada e nariz largo dos tamuranianos, mas também orelhas pontiagudas, pequenos dentes afiados e olhos muito vermelhos que brilham na escuridão. Têm pele cinzenta, mas essa pode variar do amarelo ao quase negro (em geral tem cor de terra)[1][5].

Goblins são criaturas noturnas, que enxergam perfeitamente em lugares escuros, mesmo com a mais ínfima quantidade de luz. Sob luz forte, contudo, os olhos dos goblins ficam ofuscados e não conseguem ver claramente. Membros desta raça vivem em média 50 anos, cerca de metade de um humano. Assim, são mais vulneráveis a magias e efeitos que provocam envelhecimento[1].

Os goblins encontram na covardia sua maior arma na luta pela sobrevivência. Em áreas selvagens, essa covardia os leva a viver de assaltos, emboscadas e matanças -- sempre atacando pessoas indefesas e evitando aventureiros armados. O goblin urbano que habita o Reinado também cultiva a covardia, mas de outra forma. Ele se submete aos humanos, aceita a servidão, aceita realizar trabalhos que ninguém mais aceitaria. Mesmo se alimentando de restos e vivendo em favelas, viver com os humanos ainda é mais confortável e seguro que viver em florestas e cavernas, fugindo de heróis[1].

Para um goblin, dignidade é coisa desconhecida. Eles acham engraçado que outros se recusem a fazer coisas como varrer ruas, limpar estábulos e caçar ratos. Resistentes a doenças, goblins não se incomodam com sujeira. Também não é problema para um goblin implorar por migalhas ou submeter-se a coisas que outros veem como humilhação; conforto e sobrevivência são mais importantes que esse tal "amor-próprio"[1].

Os goblins possuem suas histórias e canções tradicionais próprias, como aquelas que falam do trapalhão Loghog ou aquelas cantadas pela Banda dos Goblins de Valkaria[6].

Vida de CrimesEditar

É difícil a vida de um goblin, mesmo quando ele é honesto. O preconceito contra eles é grande -- por sua feiúra, fraqueza, hábitos detestáveis, e pelos crimes cometidos por seus semelhantes em outras regiões. A raça goblin compõe a camada social mais baixa do Reinado, vivendo da sujeira e restos humanos, jamais recebendo um pingo de confiança ou respeito[1].

Diante de tanta miséria e rejeição, é muito fácil para membros desta raça cair no caminho do crime. Mesmo o goblin mais honesto e bem intencionado do mundo já precisou, pelo menos uma vez na vida, roubar ou matar para não morrer de fome. Apesar dessa sua tendência para o crime, raramente os goblins são empregados em grandes guildas de ladrões: nem os criminosos confiam nas habilidades deles. O típico assaltante goblin é o ladrão comum, ordinário, sem ligação com grandes quadrilhas[1].

Claro que isso não colabora em nada para melhorar a reputação da raça, e cria graves problemas sociais. Mesmo assim, os goblins do Reinado são verdadeiros santos se comparados aos monstros canibais de Lamnor. Além disso, em cidades como Valkaria e Vectora, eles ainda são importante fonte de mão-de-obra barata[1].

AventureirosEditar

São raros os goblins aventureiros -- a covardia natural da raça os impele para longe desse caminho. Apenas vez por outra surge um indivíduo descontente com sua condição, alguém cujo coração pede por algo mais da vida -- um goblin especial, dotado de uma chama que os outros não conhecem. Talvez ele deseje provar a todos que sua raça não merece o desprezo que recebe ou então tenha sido vítima de uma grande injustiça e quer vingança. Ou talvez apenas seja movido por cobiça ou ganância, ansioso por enriquecer com os tesouros ocultos em masmorras. Assim, uma força interior maior impele estes poucos goblins a vencer sua covardia racial e arriscar a vida em aventuras[1].

Aqueles que escolhem a vida de aventuras se valem de sua furtividade natural e falta de orgulho para triunfar em situações adversas[5]. Goblins são ladrões dos mais competentes -- sua vida dura tornou a raça talentosa para o crime. Sua visão noturna e tolerância a doenças torna-os perfeitos para rastejar em lugares escuros e úmidos, onde outros heróis estariam deslocados. Uma grande inspiração para os goblins aventureiros é o Goblin Herói[1].

Os goblins possuem dificuldades culturais em lidar com magia arcana. Essa deficiência em magia está incentivando a raça a buscar soluções alternativas; como seus primos hobgoblins, os goblins estão se empenhando na criação de engenhocas mecânicas para variados fins. Para resolver problemas simples que os humanos costumam solucionar com mágica, os goblins usam aparelhos de eficiência duvidosa. O mais famoso exemplo da engenhosidade do goblin urbano são seus balões de ar quente[1].

Apesar dessa faceta de inventor, ninguém em seu juízo perfeito confiaria em um dispositivo feito por goblins -- exceto eles próprios. Mesmo assim, quando magia ou outros meios não estão disponíveis, muitas vezes um invento goblin é a única solução[1].

ReligiãoEditar

Um clérigo goblin pode louvar qualquer dos vinte deuses do Panteão, exceto Azgher, Glórienn, Lin-Wu, Wynna e Valkaria. Atualmente a divindade principal da raça é Ragnar, deus da morte bugbear, mas apenas em Lamnor. Em regiões remotas de Ramnor eles louvam Allihanna, a deusa da natureza; Megalokk, o deus dos monstros; e Tenebra, deusa das criaturas noturnas. No Reinado, sacerdotes goblins preferem adorar Nimb, o deus do caos; e Hyninn, o deus da trapaça e dos ladrões[1].

Os goblins também possuem seu próprio deus: Graolak, uma divindade menor. Ele concede a seus clérigos grande habilidade em preparar e lidar com armadilhas. Entre sacerdotes, os maiores inimigos dos goblins são os clérigos de Glórienn -- a deusa dos elfos, cuja raça foi quase dizimada pela Aliança Negra dos goblinóides[1].

Goblins NotáveisEditar

Notas e ReferênciasEditar

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