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Este artigo é sobre o deus maior dos mares e oceanos. Para outros significados de "Oceano", veja Oceano (desambiguação).
Grande Oceano
Grande Oceano2.jpg
Oceano

Outros Nomes

Capitão Jor (entre os marinheiros), Ronn-Tirk (entre os elfos)[1]

Status

Vivo [2]

Ocupação

Divindade Maior [2]

Portfólios

Mares, Oceanos, Marinheiros, Elfos-do-Mar, Povos e Criaturas Marinhas [1]

Sumo-Sacerdote

Rei Náutilus[1]

Primeira Aparição

Tormenta - 1ª Edição

Última Aparição

Trog!

Classe e Nível

desconhecidos

Tendência

desconhecida

Grande Oceano é o Deus dos Oceanos, Mares, Marinheiros, Povos e Criaturas Marinhas, patrono dos elfos-do-mar[3]. Uma das vinte divindades maiores do mundo de Arton, foi também uma das únicas criaturas presentes durante a criação do mesmo[2]. Foi ele quem, há cerca de 1 bilhão de anos, criou as infinitas criaturas que habitam as águas de Arton, a partir de uma lágrima derramada por Lena[4].

Esse deus-pai que comanda os mares é talvez o mais antigo membro do Panteão, e por isso nem tem um nome: assim, é conhecido apenas como Grande Oceano. Naturalmente, é a divindade principal dos elfos-do-mar; sua religião acredita que o próprio mar à sua volta forma o corpo desse deus, e que enquanto continuarem imersos estarão seguros sob sua bênção[1].

O Grande Oceano também é venerado por muitas outras criaturas: baleias, golfinhos, homens-peixe, dragões marinhos, certos antropossauros aquáticos… e também alguns grupos e comunidades humanas e semi-humanas, como marinheiros, pescadores e piratas. Ele não se incomoda com pescadores, marinheiros e outros pequenos "intrusos" em seu reino, mas seu humor é inconstante como as marés; o Oceano pode soprar bons ventos para conduzir navios com segurança, ou então despejar tempestades capazes de afundar a mais resistente embarcação. Protetor das criaturas marinhas, o Grande Oceano vai se enfurecer sempre que habitantes do "mundo seco" molestam ou atacam seres marinhos apenas por maldade ou ganância[1].

Houve época em que esse deus era muito mais ambicioso, capaz de afundar continentes inteiros para ampliar seus domínios (coisa que ele já fez algumas vezes…), mas esses tempos ficaram para trás. Hoje ele está totalmente mudado: é um deus pacato, indolente, apático até. Acha os outros deuses pequenos, minúsculos em suas tramas mesquinhas, brigando por miseráveis pedaços de terra, enquanto seu reino é o mais vasto de todos. Nenhum outro deus pode ameaçá-lo; aparentemente, nem mesmo a Tormenta é perigosa para ele - até agora nenhuma área de Tormenta surgiu ao mar[1].

O símbolo do Grande Oceano é uma concha; seus clérigos sempre usam como símbolo sagrado uma concha verdadeira - jamais uma imitação[1].

Relações com o PanteãoEditar

O Grande Oceano trata os outros deuses com indiferença, arrogância e às vezes até desprezo. Algumas deusas, contudo, recebem dele grande respeito e cortesia - afinal, elas são mães de toda a vida enquanto ele é o pai. Allihanna, Glórienn, Lena, Valkaria e Tenebra apreciam e retribuem essa gentileza; mas Wynna, Marah e a Divina Serpente acham o Grande Oceano um velho preguiçoso (apesar dele ser um dos maiores aliados da Deusa da Paz)[1].

O deus ainda possui boas relações com Azgher (o Deus-Sol) e, por ser forte, costuma ser constantemente desafiado pela Divina Serpente em combate. Uma vez que a Tormenta jamais toca o mar, alguns deuses suspeitam que o Grande Oceano pode ter algum tipo de pacto com esse poder maligno. Se essas suspeitas o incomodam, ele nada diz[1].

Ver TambémEditar

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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