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Este artigo é sobre a série em quadrinhos. Para outros significados de "Holy Avenger", veja Holy Avenger (desambiguação).
Holy Avenger
Holy Avenger 01
Holy Avenger

Autor(es)

Marcelo Cassaro, Erica Awano

Editora

Trama Editorial, Editora Talismã

Ano de Publicação

1999-2003

Número de Páginas

32

Formato

Revista

Holy Avenger foi uma revista em quadrinhos ambientada no cenário de Tormenta. Ela foi anunciada pela primeira vez na Dragão Brasil 50, paralela ao lançamento da primeira edição de Tormenta, como uma série mensal com roteiro de Marcelo Cassaro e Erica Awano. Deveria ser publicada simultaneamente a uma outra série mensal de Tormenta, que acabou sendo cancelada[1].

A série trouxe como protagonistas alguns NPCs vistos pela primeira vez na aventura Holy Avenger, publicada nas revistas Dragão Brasil 44, 45 e 46: a druida Lisandra, o ladrão Sandro, a elfa Niele e o troglodita Tork, envolvidos em uma grande missão que envolvia o desaparecimento do Paladino de Arton. Além dos quadrinhos, as revistas também traziam material para RPG em suas páginas - tanto artigos introdutórios, para quem ainda não conhecia o jogo, quanto material avançado para jogadores de carteirinha, todas matérias ligadas de alguma forma à história[2].

O termo "holy avenger" é uma homenagem ao Advanced Dungeons & Dragons, na época o mais famoso RPG do mundo. No jogo, trata-se da Vingadora Sagrada - uma espada mágica usada pelos paladinos, os guerreiros santos de AD&D. Mas também pode significar "Vingador Sagrado"; na história, isso se refere ao herói conhecido como Paladino[3].

Estilo MangáEditar

Diferente dos títulos anteriores de Marcelo Cassaro e da Trama Editorial, Holy Avenger seguiu um caminho mais oriental. A mistura de mangá e anime com fantasia oriental pode parecer estranha para alguns na época, mas essa fórmula já havia dado certo várias vezes em séries como Records of Lodoss War, Slayers e Guerreiras Mágicas de Rayearth[2].

Tudo foi feito para aproximar Holy Avenger de um mangá legítimo. O roteiro alternava momentos de drama, humor e toneladas de ação. A garantia de um visual oriental ficou por conta de Erica Awano, conhecida dos leitores da Animax e da mini-série Street Fighter Zero 3[2].

A maior parte da história era em preto e branco, exatamente como um mangá, mas com as primeiras páginas coloridas; estrutura que nunca havia sido adotada no Brasil, mas já era bem comum no Japão. As páginas coloridas recebiam o toque de Rodrigo Reis (conhecido por Mortal Kombat 4); cores digitais, mas imitando o estilo aquarelado do mangá. Até a escolha do papel foi feita tendo em mente os quadrinhos japoneses[2].

EdiçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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