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Lenórienn
Lenórienn
Lenórienn tomada pelos goblinóides

Categoria

Cidade (Estado Independente) [1]

Localização

Costa oeste de Lamnor [2]

Coalizão

nenhuma

Regente

Khinlanas (antes da queda)[2]

Aliados

Arqueiros Arcanos, Espadas de Glórienn[3]

Inimigos

Aliança Negra, Hobgoblins[4]

Primeira Aparição

Tormenta - 1ª Edição

Última Aparição

Manual de Classes de Prestígio

Lenórienn (que significa "Novo Lar" em élfico) era a orgulhosa cidade e pátria dos elfos, cujas torres erguiam-se imponentes na paisagem da costa oeste de Lamnor, fundada no ano 0 da civilização artoniana, após a frota élfica deixar suas terras originais para chegar à Arton-Sul[5]. Era intolerante com outras raças, mesmo os meio-elfos[6].

Nos dias de hoje, a cidade é apenas uma lembrança após ter sido destruída pela Aliança Negra na Infinita Guerra contra os hobgoblins[1] e ter sido rebatizada como Rarnaakk. Muitos elfos retornaram de outros lugares e continentes para combater nela[6], e a própria deusa Glórienn enviou seu avatar para lutar na última batalha, mas acabou derrotada pelo general Thwor Ironfist[7], e eras de história e arte foram profanadas pelos quase irracionais goblinóides. Poucos elfos conseguiram escapar do ataque definitivo. Sua queda foi como um desafio de Ragnar aos outros deuses[8].

HistóriaEditar

A Origem de LenóriennEditar

Os elfos são uma das raças humanóides mais antigas de Arton, e por esse motivo pouco se conhece sobre sua origem. Chegaram à Lamnor vindo do Oceano em barcos enormes, desembarcando na costa oeste e dando início à construção de Lenórienn, capital de sua nação[2].

Porém, o território escolhido pelos elfos para estabelecer sua nação era ocupado por hobgoblins, raça nativa do local. Descontentes com aquelas inconvenientes criaturas presentes em sua nova morada, os elfos iniciaram então uma caçada implacável aos hobgoblins para "limpar" a área escolhida. Incapazes de enfrentar as flechas e a mágica dos elfos, os goblinóides foram então forçados para o sul. Livres das criaturas, os elfos iniciaram então a construção da gloriosa cidade de Lenórienn[2].

A Infinita GuerraEditar

Embora o poder da nação élfica fosse inquestionável, suas relações com os reinos vizinhos não eram das melhores. Khinlanas, o regente elfo da época, recusava a visita de emissários e não permitia a passagem de rotas comerciais através de território élfico. Tamanha arrogância e xenofobia irritou os humanos que habitavam Lamnor na época, que desistiram de qualquer relação diplomática. Foi assinado um tratado entre as nações humanas vizinhas, que dizia que nenhum reino humano próximo a Lenórienn poderia interferir nos assuntos élficos, fosse para o bem ou para o mal[2].

Coincidência ou não, os hobgoblins voltaram a atacar pouco tempo depois da assinatura do Tratado. E desta vez as coisas seriam diferentes; enquanto a confiança excessiva dos elfos deixou-os despreparados para a guerra, os hobgoblins passaram um longo tempo desenvolvendo novas tecnologias e máquinas militares. O ataque repentino das imensas e assustadoras máquinas de guerra por pouco não derrubou Lenórienn. Desta vez sem condições de expulsar os hobgoblins, os elfos podiam apenas se defender[2].

As tropas élficas eram comandadas por guerreiros de elite como os arqueiros arcanos e os Espadas de Glórienn, enquanto os hobgoblins tinham sua selvageria e máquinas engenhosas. A guerra atravessou séculos sem pender para um lado vencedor, ficando assim conhecida como a Infinita Guerra.

A Queda de LenóriennEditar

Enquanto elfos e hobgoblins se digladiavam, o continente de Lamnor pouco a pouco caía sob o domínio do general Thwor Ironfist e seu exército bugbear. Sabendo que precisaria de máquinas de guerra para continuar a pilhagem do continente, Thwor procurou se aliar aos hobgoblins[2].

Através de um intrincado plano, o próprio general realizou um feito inimaginável; invadiu a cidade dos elfos e raptou Tanya, ninguém menos que a princesa local. Ofereceu a princesa élfica ao líder hobgoblin em troca de seu apoio e pelo uso de suas máquinas de guerra em conquistas seguintes. Bugbears e hobgoblins. Estava assim formada a Aliança Negra [2].

O rapto da princesa Tanya de dentro do próprio palácio real foi um golpe duro demais para o regente elfo Khinlanas e seus súditos. O sacerdote Razlen Greenleaf até tentou, em vão, convencer o Conselho de Lenórienn a negociar uma anulação do Tratado de Lamnor - em vão. Decepcionado, ele partiu da nação élfica pouco antes do confronto final[9].

Desmoralizados, em inferioridade numérica, e encurralados ante a selvageria da Aliança Negra, os elfos tombaram[2]. A deusa Glórienn desceu à batalha na forma de um avatar, mas mesmo ela foi vencida pelos punhos do general bugbear. Lenórienn caiu[7].

Respeitando o Tratado de Lamnor, nenhum reino humano se envolveu no conflito. Os elfos que se recusaram a fugir (ou não conseguiram) foram cruelmente assassinados. A cabeça de Khinlanas foi suspensa no centro da antiga cidade, como um estandarte da vitória hobgoblin. Hoje a área correspondente a Lenórienn foi rebatizada com o nome Rarnaakk e pertence aos hobgoblins, como parte do acordo com Thwor [2].

O Pós-GuerraEditar

Desde a queda de Lenórienn, os elfos de Arton vivem sem pátria, sem terras próprias, vagando sem rumo pelas nações de outras raças, traumatizados e desiludidos. Muitos elfos passaram a culpar e renegar a deusa Glórienn pela tragédia, voltando-se a outros deuses. O convívio com os humanos passou a favorecer o surgimento de meio-elfos[4].

Apesar de que a maioria dos sobreviventes fugiu para o norte, em direção a Ramnor (para lugares como a Vila Élfica), correm rumores sobre um movimento de resistência élfico em Lamnor. Um grupo de sobreviventes do massacre estaria reunindo outros sobreviventes para formar uma pequena comunidade no extremo sul de Lamnor, pretendendo começar uma rebelião contra os goblinóides e retomar seus lares[2].

Embora retratada em inúmeras obras de arte, a queda de Lenórienn jamais teve seu impacto melhor reproduzido do que em A Última Prece a Glórienn do sobrevivente Valin Mantor[8].

ReligiãoEditar

A religião predominante em Lenórienn era a de Glórienn, deusa patrona e criadora dos elfos. Porém, rumores dizem que, mesmo em seus tempos áureos, Lenórienn contava com cultos a outros deuses que não Glórienn, como Allihanna e até mesmo uma seita de elfos negros de Tenebra[3]. Após a destruição da nação élfica, Glórienn passou a ser amplamente culpada pelos elfos por sua queda[9].

Localidades ImportantesEditar

Habitantes Ilustres (antes da queda)Editar

Guildas e OrganizaçõesEditar

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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