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Lisandra
Lisandra
Lisandra

Status

Viva[1]

Ocupação

Druida aventureira[1]

Origem

Galrasia [2]

Gênero

Feminino [2]

Espécie

Humana Meio-Dríade [2]

Primeira Aparição

Dragão Brasil 50 (pré-Tormenta); Tormenta - 1ª Edição

Última Aparição

Trog!

Classe e Nível

Druida 3[3]

Tendência

Neutra e Bondosa[3]

Lisandra é uma druida nascida em 1381 no coração da maior floresta de Galrasia[4]. Nunca teve família - pelo menos, não uma família humana. Amamentada e criada por animais, não tem qualquer lembrança de sua verdadeira origem. Recebeu da natureza todo o carinho, ensinamento e segurança de que uma criança precisa[3].

HistóricoEditar

Protetora de GalrasiaEditar

Lisandra foi encontrada em estado selvagem pelo troglodita Tork na ilha de Galrasia, ainda sem saber falar ou andar sobre duas pernas. Ela acabou sendo adotada como a filha do trog, que a ensinou o que havia aprendido com a convivência humana no Forte Hedryl em Petrynia, antes de deixá-la e partir para Malpetrim[4]. Crescida, Lisandra dedicava sua vida a retribuir o carinho e segurança que recebeu da natureza - protegendo sua floresta-mãe contra monstros e invasores. A única pista de seus verdadeiros pais era o bracelete de ouro que carregava, seu único bem material[3].

Mas Lisandra vivia na floresta e desejava viver ali para sempre. Ela não se sentia realmente sozinha, pois não considerava seres humanos seus semelhantes - na verdade, ficava desconfortável em sua presença. Tratava com gentileza aqueles que atravessavam sua floresta sem propósitos destrutivos, e podia até mesmo acompanhar pequenos grupos que necessitassem de ajuda… mas, para Lisandra, estar entre uma multidão era impensável! Durante a primeira vez que visitou uma cidade grande, conheceu o pânico quando viu-se em um mercado movimentado, sufocada por tantas vozes, cheiros e olhares. Por alguma razão que Lisandra até agora desconhece, ela nunca era atacada por nenhuma das criaturas de Galrasia - exceto os habitantes da Torre da Morte, onde ela nunca ousou entrar[3].

O Palácio NaxusEditar

Tudo isso, porém, mudou quando Lisandra, após passar a ser atormentada por diversos sonhos e pesadelos, começou a deixar sua ilha e visitar Malpetrim, se envolvendo com o Paladino de Arton, cujo cadáver encontrou e levou até uma caverna em Galrasia. Decidida a trazer de volta o grande herói, Lisandra decidiu que precisava reunir os vinte Rubis da Virtude para cumprir esta missão sagrada. Seu primeiro passo foi ir até Valkaria à procura do famoso aventureiro Galtran, acreditando precisar de um ladrão para ajudá-la a apanhar o primeiro Rubi da Virtude, que descansava em um lugar chamado Palácio Naxus[5].

Sem contato anterior com a civilização e acompanhada de seu "primo", um mal-entendido com os guardas da cidade terminou em tragédia quando seu companheiro lobo atacou um dos guardas e acabou morto logo em seguida, fazendo Lisandra ser presa. A jovem foi encontrada por alguém que dizia ser Galtran, que a libertou. Indo até as proximidades do Palácio Naxus, o ladrão revela que na verdade não é o renomado Leon Galtran, mas sim seu filho nem-um-pouco-tão-renomado Sandro[5].

Com a ajuda de Sandro, Lisandra conseguiu ultrapassar os perigos do Palácio e vencer o próprio Naxus Dilkar, seu senhor transformado em dragão, recuperando o Rubi da Virtude. Agradecida, Lisandra recompensou Sandro com frutas mágicas e retornou a Galrasia com a gema, onde a devolveu ao cadáver do Paladino[5].

O Reencontro com TorkEditar

Seus pesadelos com a morte do Paladino fizeram com que Lisandra partisse de volta ao continente, no lombo de um kronossauro[6]. Lá, ela foi atrás de Tork, que ela esperava que a ajudasse a resgatar os Rubis. Nem um pouco satisfeito por a druida quebrar sua promessa de jamais deixar Galrasia, Tork decide ajudá-la mesmo assim[7].

Investigando um rumor sobre aventureiros mortos por um bando de assaltantes goblins, os dois encontraram um pequeno grupo de goblinóides se banqueteando com carne humana. Os dois atacaram, e após vencer a luta, Tork encontrou o que procurava: o terceiro Rubi da Virtude, que devia estar com os aventureiros assassinados[7].

De posse do Rubi, Lisandra conduziu Tork de volta até Galrasia sobre o dorso de um quelonte, ainda sofrendo com sonhos cada vez mais intensos sobre sua suposta missão sagrada de reunir os Rubis da Virtude. Chegando na ilha, Lisandra apresenta a Tork o cadáver que esteve vigiando. Ela confessa que não sabe de quem se trata, e nem ao menos conhece seu nome. Espantadíssimo, Tork o reconhece como sendo o Paladino[8].

O Ataque de NekapethEditar

Tork se preocupava com o fato de que o Paladino tinha inimigos poderosos, que com certeza tentariam atacá-lo em seu estado vulnerável. E em pouco tempo a caverna do Paladino é visitada pelo sinistro Nekapeth. Lisandra e Tork o interceptam, mas o sumo-sacerdote de Sszzaas tira Tork de combate com uma magia de cegueira e em seguida invoca uma cobra venenosa para envenenar Lisandra, que fica muito enfraquecida. Nekapeth então ataca o Paladino, mas é supostamente pego por seu poder de retribuição, sendo aparentemente destruído no processo e deixando para trás outro dos Rubis da Virtude[9].

Com os perigos ao redor do Paladino só aumentando, Tork conclui que eles precisam reunir rápido os Rubis da Virtude para se livrar do perigo, e junto de Lisandra decide partir de Galrasia - também em busca da maga Niele, que poderia curar sua cegueira[10].

Estes foram os primeiros passos de uma mega aventura que envolveria ainda vários outros heróis junto de Lisandra[1]. Lisandra também foi manipulada por Deenar Dhanariatis para libertar o monstro conhecido como Helena, a Enguia-Rainha, sendo salva pela intervenção do Paladino[2].

Habilidades e EquipamentoEditar

Além dos poderes próprios de uma druida (como magias de cura e retardar envenenamento), Lisandra tem alguns dons extras - provavelmente porque ela nasceu impregnada com a poderosa energia vital de Galrasia. Ela pode fazer brotar do chão uma armadura de madeira e cipó, quantas vezes e por quanto tempo desejar - mas essa armadura não pode ser criada ou mantida em lugares estéreis, sem vegetação, como terrenos rochosos, secos, urbanos ou amaldiçoados (como casas e cemitérios mal-assombrados) [3].

Da mesma forma, Lisandra também pode criar uma arma mágica feita de madeira e espinhos. Essa arma pode ter o formato que ela desejar mas, como a armadura, a arma pode ser criada apenas em terreno fértil. Caso seja transportada para terreno morto, ela ainda se mantém inteira - mas perde seu poder mágico, passando a ser uma arma de madeira comum, que vai apodrecer e se desfazer em alguns segundos. O mesmo acontece quando a arma é usada por outra pessoa que não seja Lisandra[3].

CuriosidadesEditar

  • Lisandra é uma das personagens que já existia nas páginas da revista Dragão Brasil antes mesmo do lançamento de Tormenta, sendo incorporada ao cenário desde o seu princípio.

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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