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Nitamu-ra

Categoria

Bairro [1]

Localização

Valkaria, Deheon [1]

Regente

Shiro Nomatsu[2]

Primeira Aparição

Tormenta - 1ª Edição

Última Aparição

Reinos (artigo)

Nitamu-ra, ou Pequena Tamu-ra, é o bairro mais exótico e pleno de mistérios da cidade de Valkaria. Ele é composto pelos sobreviventes da tragédia de Tamu-ra, a ilha oriental devastada pela invasão da Tormenta, e possui uma plenitude de características oriundas de suas culturas e tradições que não são encontradas em mais nenhum lugar de Arton. Apesar de oficialmente ser um bairro, Nitamu-ra funciona quase como um reino independente no coração do Reinado[1].

HistóriaEditar

Formação de Nitamu-raEditar

Esta pequena comunidade oriental começou a se formar por volta do ano de 1350, quando o imperador-dragão Tekametsu de Tamu-ra decidiu enviar uma comitiva de seu povo para conhecer as terras distantes do Reinado e mostrar sua boa vontade, oferecendo alianças militares e comerciais vantajosas para os povos. Alguns dos integrantes dessa comitiva se estabeleceram na capital de Deheon, dando início à formação do bairro[1].

Tragédia e ExpansãoEditar

Para a desgraça completa dos tamuranianos, a Tormenta atacou sua ilha natal, chacinando toda a população. Os poucos infelizes que escaparam com vida estão loucos, incapazes de revelar o que realmente aconteceu. Prevendo o pior e sabendo que nada poderia ser feito para evitar a catástrofe, o imperador-dragão Tekametsu realizou sua última e maior magia: pouco antes da chegada da Tormenta, ele reuniu todo o seu poder e transportou magicamente uma parte da cidade para o único lugar seguro que conhecia - as vizinhanças de Valkaria[1].

Uma área contendo cerca de dois mil habitantes foi salva da Tormenta e colocada placidamente no subúrbio de Valkaria, com todos os prédios e torres intactos. Nos dias de hoje, a região transportada de Tamu-ra é conhecida como Nitamu-ra. Compreendendo a condição especial dos tamuranianos, o bom rei Thormy aceitou a presença dos refugiados. Hoje em dia, o bairro de Nitamu-ra segue as leis de Valkaria, e os tamuranianos juraram lutar como aliados de Valkaria e nunca como inimigos - e essa gente é conhecida por manter a palavra mesmo ao custo da própria vida[1].

Situação AtualEditar

Toda a alegria do povo tamuraniano se perdeu com a destruição de sua amada ilha natal. Apegados às tradições, os últimos tamuranianos lutam para conservar seus costumes ancestrais e a pureza de sua gente. Matrimônios com "estrangeiros" não são permitidos. Os sacerdotes devem cultuar os deuses do Império de Jade e o imperador. Os magos são proibidos de frequentar a Grande Academia Arcana. E os guerreiros devem seguir o tradicional código de conduta, o bushido. Mas apesar de sua reclusão, o povo do Império de Jade vê com bons olhos a cidade que os abrigou. Eles mantêm comércio e relações amistosas com o resto de Valkaria, chegando até mesmo a aprender sua língua (uma das poucas concessões que fazem)[1].

Na ausência do imperador Tekametsu, o clérigo Shiro Nomatsu foi eleito por Lin-Wu como o daymio (líder) de Nitamu-ra. Hoje, dez anos depois de seu apontamento como regente, Shiro é um líder dedicado e, às vezes, superprotetor. O povo reconhece seu esforço e tem total confiança nele, mas o mesmo não pode ser dito sobre os reinos vizinhos. Muitos acreditam que Shiro Nomatsu é jovem demais para comandar Nitamu-ra, e temem que cedo ou tarde esse pequeno "reino" se volte contra as nações do Reinado. Apesar disso, Shiro vem demonstrando muita serenidade, contando principalmente com o apoio incondicional do Rei Thormy de Deheon[2].

Entretanto, o povo de Nitamu-ra ainda acredita, secretamente, que um dia seu poderoso imperador Tekametsu voltará para que juntos derrotem a Tormenta e retomem sua ilha. Na verdade, há rumores de que ele já retornou e vive secretamente em Nitamu-ra, recobrando a saúde, comandando a comunidade e contratando aventureiros para resgatar livros, pergaminhos e artefatos nativos de sua antiga terra[1].

ReligiãoEditar

A divindade principal dos tamuranianos é o deus dragão Lin-Wu, seu guardião, que protege a comunidade contra os males do mundo exterior. Ele é também ligado à nobreza, tradição e honra, os valores maiores de Tamu-ra. Embora tenha "falhado" em proteger Tamu-ra contra a Tormenta, Lin-Wu não perdeu adeptos entre seu povo - seus fiéis enxergam a tragédia como "a tempestade que derruba a casa somente para que seja erguida uma moradia mais forte". Hoje Lin-Wu mantém atenção redobrada sobre Nitamu-ra, e jamais admitirá que qualquer coisa venha ameaçar seus protegidos[2].

Os servos de Lin-Wu possuem papel importante em Nitamu-ra, agindo como guardiões de seu povo - protegendo não apenas suas vidas, mas também sua honra, cultura e tradições. Geralmente pacifistas, estes clérigos se encarregam de ensinar às crianças o modo de vida tamuraniano, buscando manter viva sua cultura quase dizimada pela Tormenta. São eles também que aconselham os membros da comunidade com sua filosofia e, às vezes, enigmas[2].

Os paladinos de Lin-Wu são guerreiros samurai. Eles formam a guarda de elite de Nitamu-ra. Geralmente esses paladinos também organizam expedições à antiga Tamu-ra, hoje área de Tormenta, em busca de artefatos tamuranianos; poucas são bem-sucedidas… Os tamuranianos conhecem o deus Hyninn pelo nome de Wang-Ho e, recentemente, alguns deles também estão abraçando o culto a Tanna-Toh, orando por sua ajuda para resgatar e preservar a cultura de Tamu-ra[2]

Habitantes NotáveisEditar

LocalidadesEditar

OrganizaçõesEditar

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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