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Este artigo é sobre o arquétipo de personagem. Para outros significados de "Paladino", veja Paladino (desambiguação).
Paladino
Paladino.jpg
Paladino

Categoria

Combatente

Tendência

desconhecida

O paladino é um tipo especial de herói, um guerreiro sagrado, abençoado com o poder dos deuses. Figuras nobres e de honestidade inquestionável, conhecidos como modelos de verdadeiros heróis[1]. Um paladino pode ser apenas "genérico", sem seguir a um deus específico, obedecendo apenas aos "deuses" como um todo; ou então ligado a um único deus, como um clérigo. Neste caso, o paladino recebe os poderes concedidos e também deve seguir as obrigações e restrições - além das restrições normais dos paladinos. Paladinos de Khalmyr, o deus da justiça, são os mais comuns em Arton. Existem também paladinos de Azgher, Lena, Lin-Wu, Marah, Tanna-Toh e Valkaria, além de muitos paladinos de divindades menores[1].

Paladinos são treinados quase da mesma forma que clérigos: geralmente são acolhidos em templos e monastérios quando crianças, orientados nos caminhos da justiça e da nobreza, mas também treinados como guerreiros para lutar contra o mal. Também existem casos raríssimos em que pessoas de valor são escolhidas pelos próprios deuses, recebendo o status de paladino por seus próprios esforços, sem qualquer contato com sacerdotes ou templos. Mas estes são exceções: a grande maioria dos paladinos atua como soldados de elite em ordens clericais[1].

Não importa a que deus sirva, um paladino só recebe seu título e seus poderes com uma vida de justiça, virtude, pureza e bondade absolutas. Muito poucos conseguem seguir os ideais de um paladino: qualquer ato maligno de sua parte, seja intencional ou acidental, resulta no cancelamento de seu status - ele se torna apenas um guerreiro comum. Caso esse pecado tenha sido leve, às vezes o paladino pode conseguir o perdão dos deuses após cumprir uma grande missão ou alguns meses de penitência. Além disso, por sua eterna disposição em lutar contra o mal e colocar sua vida em risco, são escassos os guerreiros sagrados que atingem idade avançada. Em toda a história de Arton não se conhece mais de dez paladinos que tiveram morte natural[1].

Além de uma vida de pureza e virtude, não é raro que os deuses exijam de seus paladinos o cumprimento de certos votos - como votos de silêncio, pobreza, castidade ou celibato. Tais exigências não chegam de deuses específicos; não há uma ou outra divindade que exige este ou aquele voto. Essa escolha é individual, particular para cada paladino. Ele pode ser informado sobre tais votos diretamente pelos deuses, em sonhos ou visões, mas o mais comum é conhecê-las através de clérigos[1]. Os paladinos ão adversários ferrenhos dos mortos-vivos, tendo vários de seus poderes são baseados em energia positiva, a própria força da vida - enquanto as criaturas são movidas por seu oposto, a energia negativa[2]. Um de seus principais poderes é o da cura sagrada pelas mãos[3].

Inimigos dos PaladinosEditar

O paladino possui um completo oposto, o algoz, um campeão das forças do mal. Dizem os boatos que paladinos muito poderosos contam com um algoz criado por forças das trevas apenas para destruí-los. Nada traz mais prazer a uma força do mal do que corromper um herói do bem, e paladinos que venham a se tornar algozes perdem todos os seus poderes divinos, mas ganham diversos outros poderes profanos de seus novos mestres[4].

Quando um guerreiro dos deuses começa a realizar feitos cada vez maiores em nome da bondade e justiça, pode ocorrer que isso chame a atenção de certos poderes negros - sejam deuses malignos ou demônios. Para deter esse herói, eles criam um antipaladino. O antipaladino é um demônio criado com o único objetivo de destruir um grande paladino - ou, melhor ainda, corrompê-lo em nome do mal. O antipaladino é uma cópia maligna do paladino que persegue, mas com poderes superiores. Ele terá todos os poderes especiais possuídos pelo paladino-alvo, mas em forma invertida: em vez de curar, por exemplo, ele pode causar ferimentos com o toque das mãos[1].

CuriosidadesEditar

  • Historicamente, os paladinos eram os soldados de elite de Carlos Magno[1].
  • Originalmente no cenário de Tormenta, apenas humanos podiam ser paladinos. Havia uma única exceção, que era o caso dos anões paladinos de Khalmyr - que ainda assim eram bastante raros. Isso seria mudado mais tarde[1].

Notas e ReferênciasEditar

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