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A Revolta dos Três foi um conflito que ocorreu entre os integrantes do Panteão artoniano no fim da era antiga. Ele ocorreu quando Valkaria, ludibriada por Tillian e o Terceiro, arquitetou um plano para tomar o poder dos outros deuses do Panteão para ela e seus parceiros. O ambicioso plano foi descoberto antes que pudesse ser posto em prática, e um conflito eclodiu no Panteão[3]. Ele durou cerca de 1 ano[1], e suas causas foram apagadas da memória de deuses e mortais quando os três foram vencidos em batalha.

Khalmyr, o Deus da Justiça e líder do Panteão, puniu os três: Tillian foi aprisionado em um corpo mortal, condenado a vagar ensandecido por Arton; e o Terceiro foi esquecido para sempre, sendo profundamente enterrado sob uma montanha esquecida. Para preencher seus lugares no Panteão, ascenderam as divindades menores Ragnar e Hyninn[3].

Mas o justo Khalmyr, por entender que a ambição fazia parte da natureza de Valkaria e que no fundo ela era uma deusa bondosa, decretou que ela teria um castigo mais brando: mesmo transformada em pedra (a estátua que adorna o centro do Reinado é realmente a deusa Valkaria), ainda foi permitido a ela conservar seu lugar no Panteão como deusa da humanidade e ser lembrada por seus seguidores, mas apenas nas proximidades da estátua[3].

ConsequênciasEditar

Logo após o incidente, Khalmyr conferenciou com os outros deuses. Eles deveriam evitar que a coisa se repetisse - e foi uma entre as raríssimas ocasiões no decorrer dos milênios que todo o Panteão concordou em algo. Tinha que haver uma forma de obrigar os deuses a confiar uns nos outros[3].

Foi Nimb, o deus do caos, quem trouxe a ideia. Cada deus deveria forjar um objeto, uma gema preciosa, que seria o símbolo de sua posição. As gemas seriam indestrutíveis por meios mortais - apenas os próprios deuses poderiam destruir uma delas. Então cada gema seria ofertada a outro deus, que ficaria responsável por sua guarda. Os próprios deuses não sabiam a quem pertencia a gema que cada um possuía. Se essa gema fosse destruída, o deus que a criou seria imediatamente privado de seu poder. Essas gemas seriam conhecidas como os Rubis da Virtude[3].

Assim foi feito. Provando sua bravura e liderança, Khalmyr foi o primeiro a forjar sua gema - sendo logo seguido pelos demais. E Nimb rolou seus dados para determinar quem ficaria com cada pedra. Milênios se passaram, e a harmonia reinou. Mesmo os deuses inimigos, como Azgher e Tenebra, prosseguiam lutando por territórios e seguidores - mas nunca mais foi necessário punir um membro do Panteão. Não até a descoberta das traições de Sszzaas...[3]

Notas e ReferênciasEditar

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