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Sandro Galtran
Sandro galtran.jpg
Sandro Galtran

Status

Vivo[1]

Ocupação

Aventureiro[1]

Origem

desconhecida

Gênero

Masculino[1]

Espécie

Humano[2]

Primeira Aparição

Dragão Brasil 49 (pré-Tormenta); Tormenta - 1ª Edição

Última Aparição

Linha do Tempo de Arton (site)

Classe e Nível

Guerreiro 3[2]

Tendência

Caótico e Bondoso[2]

Sandro Galtran é o filho de Leon Galtran, um dos maiores ladrões que este reino já viu. Ele é um dos aventureiros mais conhecidos de Malpetrim e do mundo, fazendo parte dos Holy Avengers com outras personalidades como Niele, Lisandra e Tork. Sandro já esteve envolvido em diversas aventuras que definiram o destino de Arton - como a luta contra Mestre Arsenal em Malpetrim e a busca dos Rubis da Virtude[2].

HistóriaEditar

OrigensEditar

Jovem e orgulhoso, Sandro Galtran desejava seguir a carreira de ladrão do pai - mas este, cansado e arrependido de sua vida de crimes, recusou-se a ensinar um ofício tão ingrato para o filho. Como resultado, Sandro cresceu admirando as histórias e façanhas dos ladrões, mas sem jamais ter sido treinado para atuar como um deles. Aos dezoito anos, deixou a casa dos pais para viajar pelo mundo e oferecer seus serviços como um "grande ladrão"[2].

Chegada a Malpetrim e a Estalagem do Macaco CaolhoEditar

No mesmo ano de sua partida, Sandro chegou à cidade de Malpetrim. Mesmo sendo seu pai um grande amigo do estalajadeiro George Ruud, ele não resistiu à tentação de exercitar seus "talentos ladinos" e tentou roubar algumas moedas da Estalagem do Macaco Caolho[3]. Porém, foi pego pelo Macaco Caolho, que deu o alarme para a guarda da cidade e fez Sandro, assustado, deixar cair suas moedas novamente na gaveta[2].

Mas era tarde, e em instantes a guarda surgiu. Sandro alegou inocência… e acusou o macaco! Após revistar o ladrão, que nada tinha consigo, um guarda resolveu vasculhar a casinha do macaco - e encontrou dez moedas de ouro! Sem alternativa, a guarda de Malpetrim levou o macaco para a masmorra - um dos momentos mais ridículos de sua história. George Ruud, o estalajadeiro, ficou tão chateado e indignado que removeu a placa que há anos sustentava à porta da estalagem, afim de mudar o nome do estabelecimento[2].

No dia seguinte, Sandro encontrou Ruud sorridente na recepção e, às suas costas, lá estava outra vez o macaco! Intrigado, Sandro perguntou: por que manter o macaco, que já havia causado tantos problemas? O estalajadeiro sorriu e garantiu que AQUELE macaco jamais causaria aborrecimentos. Ainda mais confuso, Sandro saiu da estalagem e observou a nova placa: "Estalagem do Macaco Caolho (Empalhado)"[2].

A Saga dos Rubis da VirtudeEditar

Sandro costumava ser bem-sucedido ao procurar trabalho como ladrão aventureiro. Afinal, a fama trazida pelo nome do pai sugeria que ele também fosse bom (geralmente seus aliados só percebiam a incompetência do jovem quando era tarde demais…). Apesar da disposição exagerada para o crime, Sandro na verdade era bem intencionado - e também bastante ingênuo, facilmente enganado por qualquer um[2].

Em uma de suas andanças pela cidade de Valkaria, Sandro acabou se deparando com a druida Lisandra sendo presa por querer contratar o grande Galtran. Sandro foi até as masmorras e libertou a prisioneira, oferecendo-se para ajudá-la em sua missão de recuperar um Rubi da Virtude no interior do Palácio Naxus. Com sua ajuda, a druida conseguiu vencer os perigos do Palácio e recuperar a gema. Agradecida, ela recompensou Sandro com frutas mágicas e voltou a Galrasia com a gema, deixando Sandro feliz por seu primeiro trabalho remunerado como ladrão[4].

A arquimaga NieleEditar

De volta a Malpetrim, Sandro contava sua história aos frequentadores da Estalagem do Macaco Caolho (Empalhado) quando ficou sabendo sobre a existência de outro Rubi da Virtude, que estaria em posse de uma arquimaga élfica local, Niele. Temendo ter ajudado Lisandra a resgatar uma gema falsa, Sandro decidiu investigar e invadiu o quarto da arquimaga na Estalagem da Águia Dourada, onde a interrompeu durante o banho[5].

Niele não se acanhou nem um pouco em perseguir o ladrão pelas ruas da cidade, atacando-o com repetidas magias e enfim transformando-o por acidente em um hamster gigante e o matando com seu cajado. Angustiada com a morte do estranho, ela tentou novamente usar o cajado e acabou devolvendo Sandro à vida e ao normal. Mais tarde, Niele concordou em entregar seu rubi para Sandro -- desde que ela também pudesse acompanhar o ladrão em sua viagem até a ilha de Galrasia em busca de Lisandra[5].

Sem muita escolha, Sandro aceitou sua companhia e ambos começaram uma série de tentativas para se teleportar magicamente até a ilha. Mas a elfa foi incapaz de controlar o Olho de Sszzaas, e os dois acabaram indo parar em vários lugares que pareciam visitados ao acaso, como as Montanhas Sanguinárias, o esconderijo de Mestre Arsenal, o navio de James K., Vectorius, Rei Thormy, Salini Alan, Doherimm...[6] E acabaram retornando às proximidades de Malpetrim, bem a tempo de salvar uma jovem centaura de um ataque de kobolds[7].

A Xamã CentauraEditar

A jovem salva se apresentou como Odara, uma xamã de uma aldeia de centauros próxima. Após uma mal-sucedida tentativa de negociar a paz com os kobolds ela teve seu tesouro mais querido roubado pelas criaturas: um Rubi da Virtude, revelando a Sandro e Niele que eles são em número de vinte. Os dois decidem subir o Planalto dos Kobolds para resgatar a gema. Sandro tenta negociar amistosamente com Auk, o xamã kobold, mas este não se mostra muito disposto a entregar seu novo tesouro. Preferindo uma abordagem mais agressiva, Niele consegue se transformar em urso e espantar os bichos, que deixaram para trás o Rubi[7]. Agradecida, Odara homenageou a dupla em sua aldeia, e contou-lhes a história dos Rubis da Virtude. Por fim, após receber uma mensagem em seus sonhos, ela pediu que levassem o Rubi para a druida Lisandra em Galrasia[8].

Niele e Sandro então voltaram para Malpetrim, onde descansaram na Estalagem do Macaco Caolho antes de seguir para Galrasia. Os dois acabaram tendo um breve envolvimento amoroso, mas a elfa faz questão de afirmar que acredita no amor de Sandro por Lisandra, embora o próprio ladrão não tenha ideia disso[3].

Esse foi o pontapé inicial para envolver o aventureiro em uma busca pelo mundo atrás dos Rubis da Virtude junto de heróis como Niele, Tork e a própria Lisandra, na tentativa de ressuscitar o grande herói conhecido como "o Paladino"[1]. Em um dado momento, Niele e Sandro recuperaram também o Rubi da Virtude no Templo do Inseto-Rei de Petrynia, derrotando seu guardião, uma estátua animada[9].

Habilidades e EquipamentoEditar

Sandro pode ser incompetente como ladrão, mas é eficiente como guerreiro. Utiliza uma arma mágica que recebeu de um velho monge após salvar sua vida - o Kailash, uma arma exótica, combinação de boleadeira e pedra de funda retornável. Treinado pelo monge no uso da peça, hoje Sandro é tão temível em combate quanto sofrível em bater carteiras…[2] Ele também tem acesso a outros tipos de equipamento, como um corselete de couro que usa pra se proteger e pérolas explosivas que utiliza em suas aventuras como "ladrão"[4].

CuriosidadesEditar

  • Sandro era um personagem jogador de Sandro Gonçalves na campanha de AD&D do seu grupo, cujo nome original era outro (mas foi rebatizado ao ser incluído em Tormenta como homenagem ao jogador). Junto com Niele (personagem de Marcelo Cassaro), era um dos dois únicos personagens do grupo durante uma aventura hilária que marcou a inauguração da Taverna do Macaco Empalhado[10].

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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