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Triunphus
Triunphus
Mapa de Triunphus

Categoria

Cidade [1]

Localização

Sudeste de Hongari[2]

Regente

Sulhon Therormas[3]

Primeira Aparição

Dragão Brasil 49

Última Aparição

Linha do Tempo de Arton (site)

Triunphus, a Cidade da Vida Eterna, é uma cidade cercada de mistérios, tão impenetráveis quanto suas muralhas de vinte metros, a única cidade humana do reino de Hongari[2]. Uma grande metrópole fortificada, distante das rotas comerciais e auto-suficiente por completo, situada a sudoeste de Arton, em meio a uma floresta cercada de áreas rurais. Suas torres podem ser vistas à distância, elevando-se sobre as copas das árvores, seus milhares de bandeirolas se agitando ao vento. A floresta não é densa, nem habitada por animais perigosos. Várias estradas de terra batida cortam a mata, onde fazendeiros e mercadores perambulam com suas carroças. "Triunphus é um bom lugar para morrer", alguns fazem questão de frisar[3].

Essa afirmação pode soar estranha ou fatalista para aventureiros recém-chegados, mas ela logo se explica com o toque das trompas. O som faz todos fugirem apavorados das estradas, e nas muralhas dezenas de soldados ocupam posições de combate. Alguns levantam vôo cavalgando grifos. E ao longe surge o Moóck, um pássaro gigante demoníaco, com duas cabeças e duas caudas de serpente. Despejando bolas de fogo pelos bicos, ele traz morte e destruição à cidade. O ataque implacável acontece regularmente - nenhuma cidade normal sobreviveria sob esse tipo de aflição. Mas Triunphus sobrevive, porque quem quem morre ali retorna à vida[3]. Triunphus é a principal importadora do tabaco produzido pelos halflings de Hongari[2].

A Bênção/Maldição de TriunphusEditar

A chacina trazida pelo Moóck provoca muito pânico e danos, mas poucas mortes. Mesmo quando centenas caem fulminados a cada passagem da ave, as perdas são poucas. Isso acontece porque, em Triunphus, todas as vítimas de morte violenta voltam magicamente à vida poucos dias depois[3].

Essa estranha bênção/maldição foi lançada pelo deus Thyatis há muito tempo - quando Triunphus ainda era um vilarejo. Foi nesta época que se iniciaram os ataques do Moóck. A destruição foi terrível, e quase todos os presentes no vilarejo faleceram, vítimas da gigantesca ave. Lamentando a perda de seu povo, Krilos, o então sumo-sacerdote de Thyatis, ofereceu sua própria vida ao deus em sacrifício em troca da ressurreição do povo de Triunphus. O bondoso Thyatis ouviu as preces de seu servo e realizou seu desejo. À partir daquele dia, todo aquele que morresse em Triunphus por causas não naturais voltaria à vida inúmeras vezes, mas jamais poderão abandonar Triunphus com vida[3].

Graças a isso, sacerdotes de Thyatis são particularmente notórios em Triunphus, possuindo a tarefa de cuidar das pessoas mortas até que elas sejam trazidas de volta à vida pela bênção/maldição. Eles também tratam de informar e confortar aqueles que ficam perturbados com o fenômeno. Forasteiros que tenham encontrado a morte em Triunphus (e agora não podem mais sair) recebem dos sacerdotes moradia temporária e orientação para construir ali uma nova vida; depois de avaliar seu caráter e suas capacidades, os clérigos podem recomendar aos forasteiros cargos adequados[4].

Os Ataques do MoóckEditar

O Moóck ainda ataca Triunphus a cada 1 a 6 semanas, indo embora apenas quando ferido ou depois de causar a destruição desejada. Ninguém sabe ao certo a razão destes ataques. Alguns magos suspeitam que o Moóck seja fruto de um experimento mágico, enviado para atacar Triunphus por alguém com propósitos maléficos. Outros teorizam que a fúria da ave se deve ao fato de ser uma fêmea, que teve um ou mais ovos roubados, e eles estariam escondidos em algum lugar da cidade[3].

Em tempos recentes, no ano de 1399, a princesa Rhana foi morta pelo Moóck e ficou presa na cidade durante um ano, conseguindo fugir com a ajuda de um grupo de aventureiros[5].

A Cidade da Vida EternaEditar

A Parte VelhaEditar

A pequena vila que originou a cidade ainda existe, situada no canto noroeste e isolada pelo rio que corta Triunphus. Abriga a população mais humilde: quase todas as casas são de madeira e bastante antigas, em más condições[3].

O crime opera livremente. As ruas são estreitas e repletas de bandidos. Centros de jogo podem ser encontrados nas tavernas certas, bem como outros tipos de diversão ilegal. Até mesmo a Guarda da Cidade tem receio de entrar neste lugar. As três grandes guildas de ladrões da cidade estão situadas aqui: Gnaeus, Stefania e Severus. Apesar dos desentendimentos ocasionais entre esses chefões, eles têm uma espécie de pacto - cada um comanda uma área do crime[3].

A ponte que constitui o único meio de entrar e sair é fortemente vigiada: de um lado, a Guarda da Cidade deseja manter o crime restrito à Parte Velha enquanto não consegue acabar com ele; de outro, capangas das guildas estão sempre atentos a estranhos que possam causar problemas. Ladrões agindo fora das guildas são perseguidos com igual empenho pelos três chefes, que sempre colaboram entre si nesse sentido[3].

Em algum lugar da Parte Velha, mas ninguém sabe exatamente onde, se localiza a tenda do Oráculo, provavelmente a pessoa mais misteriosa da cidade. A tenda nunca está duas vezes no mesmo lugar, aparentemente mudando de local toda noite[3].

Parte NovaEditar

Construída mais recentemente, nesta parte da cidade as casas são mais seguras, feitas de pedra. Aqui também há tavernas e hospedarias, mas sem jogo ou prostituição - a Guarda da Cidade se encarrega de manter essas atividades restritas à Parte Velha. Tropas da Guarda podem ser vistas em cada esquina. O crime existe, mas em intensidade muito menor que na Parte Velha[3].

O comércio é farto nesta parte da cidade. Praticamente qualquer mercadoria pode ser encontrada, mesmo objetos mágicos. Dizem que os comerciantes pagam às guildas de ladrões para manter o crime fora daqui, mas tanto os comerciantes quanto a Guarda da Cidade negam o fato com extrema veemência[3].

Alguns locais de destaque nesta parte da cidade são o Templo de Thyatis, a Torre de Salini Alan, o Martelo de Ouro, O Alquimista e a Arena de Jogos[3].

Palácio MunicipalEditar

No coração da cidade existe uma pequena muralha, idêntica àquela que protege o restante da cidade, mas com torres mais altas. Ali encontra-se o Palácio Municipal, lar do Regente, cercado por vários quartéis da Guarda da Cidade. Alguns palácios menores, pertencentes a famílias nobres de Triunphus, também situam-se no interior da muralha interna. Nas torres ficam os estábulos dos grifos usados para proteger a cidade do Moóck[3].

A lei é severa em Triunphus. A pena de morte existe, mas é obviamente diferente aqui. Já que os mortos ressuscitam, mesmo crimes considerados suaves (como pequenos furtos) podem ser punidos com a execução, o que certamente vai assustar os forasteiros desinformados! Não deixa de ser um castigo indesejado, pois há um limite para a quantidade de vezes que alguém pode ressuscitar. Crimes muito graves podem ser punidos com a Morte Final - o criminoso é morto tantas vezes quanto necessário, até que não volte mais. Penas de prisão, escravidão na Arena de Jogos e amputação de dedos e mãos também são aplicadas. As masmorras de Triunphus ficam em algum lugar sob o Palácio Municipal. Guerreiros podem se alistar na Guarda da Cidade, recebendo assim o direito de usar a armadura dourada dos protetores de Triunphus[3].

Muito pouco se sabe sobre o Regente. Dizem os bardos que ele é um homem doente, de saúde frágil - já morreu várias vezes devido a uma doenças misteriosa, perdendo muito de sua constituição física, e pode estar perigosamente próximo da Morte Final. Outras histórias dizem que o rei teria sido possuído por um demônio ou transformado em um vampiro[3].

Praça ComercialEditar

Esta área é ligada ao Palácio Municipal por uma avenida, onde se realizam desfiles em homenagem ao deus Thyatis. A praça é um ponto tradicional de comércio, com tendas onde praticamente qualquer coisa pode ser encontrada à venda. Agricultores e criadores de gado trazem suas mercadorias. Caçadores de monstros vêm aqui para negociar com magos as criaturas que trazem com vida em grandes jaulas[3].

Na praça existe ainda o mercado de escravos. A escravidão em Triunphus é legalizada: em vez de ser preso ou jogado na Arena, um criminoso pode optar por ser vendido como escravo temporário, servindo alguém durante um determinado período - que pode variar entre um ano e o resto de sua vida, dependendo do delito. Há também aqueles que se oferecem como escravos para pagar dívidas elevadas, ou apenas para levantar dinheiro rápido[3].

No centro da praça fica também um grande monolito, protegido por clérigos de Thyatis. Poucos sabem, mas o monolito esconde a entrada para os subterrâneos de Triunphus, que por sua vez são a única entrada possível para as Cavernas Proibidas - onde está o segredo para a libertação da bênção/maldição que afeta a cidade[3].

Pontos de InteresseEditar

Guildas e OrganizaçõesEditar

CuriosidadesEditar

ApariçõesEditar

Notas e ReferênciasEditar

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